segunda-feira, 26 de julho de 2010

Uma brisa leve toca meu corpo,
Brisa de primavera...
E neste instante te sinto
Teu toque, teu cheiro, tua voz...
O tempo passa e eu penso:
Tempo...
Pouco tempo...
Talvez o suficiente para sentir o meu peito abarrotado pelos sentimentos a ti acolhidos.
Um misto de aconchego e ternura que espero que um dia você tenha certeza de quanto te quero.
Talvez precisa de tempo...
Mais tempo...
Para que conheça teus sentimentos e aceite-os, para poder aceitar os meus mais puros e sinceros gestos de carinho em seu peito.
A brisa continua e o tempo não passa...
Passam-se somente horas, e nessas horas o tempo é curto...
Curto para dizer tudo que sinto,
Pouco para mostrar o quanto te desejo ao meu lado...
Começa a bater um vento gelado e nesse tempo me sinto no aconchego dos teus braços, cobrindo meu corpo para que este vento volte a me transmitir calor...
E o tempo passou e não percebi...
Anoiteceu...
E agora?
Ainda caem folhas secas em mim, mas não é suficiente...
Uma noite em que tua presença se faz necessária... te quero ao meu lado...
Mas talvez não o tenho por completo.
Apenas acredito em todo amor que tenho por ti, a vontade de estar ao seu lado...
Então olho pro céu e surge a primeira estrela... teu olhar... luz... e peço que me aceite como sou...
Talvez precise de um pouco mais de tempo...
Tempo que te mostrará realmente quem sou, com todos meus defeitos e qualidades, e lhe mostrar uma pessoa transparente...
E se souber me aceitar assim, serei a pessoa mais feliz do mundo... um mundo particular onde só você faz parte dele!


A.C.R

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